O Benfica iniciou a temporada 2026/27 da I Liga com um empate a dois golos frente ao Académico de Viseu. No Estádio da Luz, sem público devido a castigo, os encarnados não conseguiram segurar a vantagem, apesar dos golos de Vangelis Pavlidis e Gianluca Prestianni.
Com Rúben Pereira e André Clóvis a abalarem a equipa encarnada aos 55 e 67 minutos, o Benfica sentiu falta do apoio dos adeptos. Marco Silva, no entanto, sublinhou que a ausência de público não pode servir de desculpa. O treinador dos encarnados destacou que, ao marcar duas vezes em casa, a expectativa era vencer, mas reconheceu que faltou eficácia para resolver o jogo mais cedo.
Após o final da partida, Silva comentou as dificuldades encontradas e sublinhou que a equipa precisa de ajustar a pressão inicial, particularmente quando o adversário altera a sua formação. Embora acredite que em organização ofensiva o Académico pouco perigo tenha causado, as transições rápidas e perdas de duelos individuais foram determinantes.
Um dos momentos decisivos da partida foi o canto que resultou no primeiro golo do Viseu, com Marco Silva a criticar a falta de agressividade na defesa. Segundo o treinador, há necessidade urgente de melhorar a resposta a estas situações. O impacto das transições em igualdade ou superioridade numérica requer atenção redobrada, algo que admite precisar de rápida correção.
Silva também mencionou as oportunidades criadas mas não concretizadas, nomeadamente as “três bolas nos ferros”. Por isso, a análise centra-se na melhoria dos momentos defensivos, principalmente em situações como cantos e lançamentos laterais, onde o contacto com os avançados adversários é crucial para evitar dissabores como os desta partida.
A performance contra o Académico demonstrou um Benfica dominante em termos ofensivos, criando várias oportunidades de golo. Contudo, a falta de eficácia e os erros defensivos custaram caro. A expectativa é que a equipa consiga rapidamente corrigir essas falhas e mostrar uma versão mais eficaz nas próximas jornadas.